CRIA-SE UM HÁBITO, NÃO UMA OBRIGAÇÃO.

É valido e importante que a criança comece a fazer atividades tão logo seja possível, com segurança e com os devidos acompanhamentos dos pais e ou adultos dos quais são dependentes. A criança que carrega as madeiras tem que já ter o entendimento do perigo de uma furada por farpa. A segunda criança trabalha dentro d’água sem qualquer proteção contra objetos cortantes como também o possível resfriado, além do peso de outra criança que leva às costas. A terceira criança, que mostra esperteza e rapidez, tem que tomar cuidados com a enxada para que não venha atingir os pés com a mesma. A quarta criança está manuseando a terra na elaboração do alfabeto, inicialização que o direcionará a uma formação profissional e garantia para o futuro, não só dela como de todas as crianças aqui representadas. A quinta e sexta crianças aproveitam a hora de diversão, momento que não pode deixar de acontecer na vida de todas elas. A sétima criança está atenta à atividade esportiva e, quem sabe não seja o começo de uma atividade esportiva de livre escolha! A oitava criança nos leva a crer ter uma vida mais sossegada, talvez de protecionismo, mas não sem os limites educacionais.  A nona criança não perde tempo e pratica esporte o que é muito bom para a mente e fortalecimento do corpo. A décima criança já tem a responsabilidade de manusear a sua condução, não obstante a visível estripulia, que pratica com a mesma. A decima primeira criança com certeza não passa fome, pois, já  sabe fritar ovos. Lógico que para assim o fazer, não desconhece o perigo de se queimar no fogareiro que parece ser à eletricidade. Na hora da malhação, um por todos (o instrutor e ou preparador físico) e todos por um (os obedientes alunos). E FINALMENTE OS AFAZERES PARA QUE OS PEQUENOS SE SINTAM GRANDES.

Ai está a grande diferença de educação responsável a uma educação cheia de falsos moralistas nas atividades educacionais dos seus filhos, levados por decisões normativas  daqueles que desconhecem o verdadeiro valor da responsabilidade de um futuro promissor e de independência, porque, eu entendo que trabalhar não é obrigação de ninguém, mas sim, um hábito. Estou falando de habito de um futuro promissor, não de maus tratos na evolução e educação de uma criança. Mesmo porque não se deve sequer dar uma simples palmada numa criança apenas e exclusivamente por uma também simples traquinagem e ou teimosia. E quando assim acontece na maioria dos casos nos arrependemos. Quer ver um momento glucial que toca o nosso coração, é quando a vimos dormindo! Um verdadeiro anjo. Gostei do vídeo, da narradora e consequentemente voltei aos meus tempos de menino, porque passei por essas e outras rotinas. Por isso resolvi escrever o humilde texto.

admin

Aposentado, com residência fixa em Salvador/Bahia, tem como hobby colecionar filmes antigos e também músicas antigas, gosta de ler e escrever, colocando em prática os seus pensamentos de forma crítica, teórica e sugestiva. Se é obrigado a votar, tem o direito de tecer comentários sobre os acontecimentos do dia a dia em seu País, visto que “quem não exerce seus direitos não é digno deles “(Rui Barbosa) .

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